(estou repostando esse poema, que postei dias atrás, porque reescrevi a terceira estrofe, para deixa-lo mais bonito e com mais riqueza de sentido.)
Sabe,
O ultimo sonho
É algo tristonho
Que não pode chegar...
Veja,
Perceba que fatos vêm,
Vão, saem,
Entram... É assim.
Queria melhor entender
O amor, não precisa ser complexo,
Ele não é concreto...
Me contento em ti ver;
Em saber, o que posso:
Eu te amo...
quinta-feira, fevereiro 26
quinta-feira, fevereiro 19
Poema em capítulos (4)
(as outras partes desse poema eu postei em dias anteriores. Esta tudo nos arquivos do blog. Postarei as proximas partes em breve.)
X PARTE
Foi lindo em seu coração
O que ouve quando a viu:
Era outra sua amada,
Uma nova alma descobriu...
O melhor foi perceber
Que pelo olhar que tiveram
Mudou algo em seu ser.
Tudo é mistério...
XI PARTE
Foi grande a mudança em nossa menina:
Como que por mágica,
Ela não se lembrava mais de sua antiga vida
Pelo tanto que se entreteve pela novidade.
Seu coração se preencheu de esperança...
O amor nos faz, mesmo, como crianças:
Plenifica o coração.
Ah paixão!
XII PARTE
Ah Esperança!
Deusa da vontade:
Causa em nós repugnância
De não lutar pela felicidade.
Quando nosso horizonte é colorido por algo,
Deixa de ser distante,
E nos parece, que dá pra correr e alcançar,
O que decidimos ser... nosso lugar.
X PARTE
Foi lindo em seu coração
O que ouve quando a viu:
Era outra sua amada,
Uma nova alma descobriu...
O melhor foi perceber
Que pelo olhar que tiveram
Mudou algo em seu ser.
Tudo é mistério...
XI PARTE
Foi grande a mudança em nossa menina:
Como que por mágica,
Ela não se lembrava mais de sua antiga vida
Pelo tanto que se entreteve pela novidade.
Seu coração se preencheu de esperança...
O amor nos faz, mesmo, como crianças:
Plenifica o coração.
Ah paixão!
XII PARTE
Ah Esperança!
Deusa da vontade:
Causa em nós repugnância
De não lutar pela felicidade.
Quando nosso horizonte é colorido por algo,
Deixa de ser distante,
E nos parece, que dá pra correr e alcançar,
O que decidimos ser... nosso lugar.
terça-feira, fevereiro 17
Seres de Luz Própria
Quanto, da graça original, ainda temos?
A centelha do amor divino da criação em nós?
Pensando, imagino que talvez Deus,
Sendo luz, nos criou para podermos ser seres de Luz própria!]
Está na alma estas respostas,
Da nossa gênese mais primitiva.
Lá é o deposito da graça Daquele que é,
E sua casa em quem o ama.
A centelha do amor divino da criação em nós?
Pensando, imagino que talvez Deus,
Sendo luz, nos criou para podermos ser seres de Luz própria!]
Está na alma estas respostas,
Da nossa gênese mais primitiva.
Lá é o deposito da graça Daquele que é,
E sua casa em quem o ama.
segunda-feira, fevereiro 16
Visite-me
Há algo que eu não sei...
De certo que nunca saberei,
Pois, se esconde...
Não vejo...
(De um modo que nunca vi),
Não tinha te visto por aqui.
Mas que bom.
Eu me lembro ta...
E cheio de algo que eu tinha
Te entrego...
O que nunca esqueci.
E mais que um beijo,
Dou-te a parte que lhe cabe...
Do meu coração.
De certo que nunca saberei,
Pois, se esconde...
Não vejo...
(De um modo que nunca vi),
Não tinha te visto por aqui.
Mas que bom.
Eu me lembro ta...
E cheio de algo que eu tinha
Te entrego...
O que nunca esqueci.
E mais que um beijo,
Dou-te a parte que lhe cabe...
Do meu coração.
domingo, fevereiro 15
Mistério Amor
Sabe,
O ultimo sonho
É algo tristonho
Que não pode chegar...
Veja,
Perceba que fatos vêm,
Vão, saem,
Entram... É assim.
Queria notar o que vês;
Queria crer no que crês;
Mas não posso...
Me contento em ti ver;
Em saber, o que posso:
Eu te amo...
O ultimo sonho
É algo tristonho
Que não pode chegar...
Veja,
Perceba que fatos vêm,
Vão, saem,
Entram... É assim.
Queria notar o que vês;
Queria crer no que crês;
Mas não posso...
Me contento em ti ver;
Em saber, o que posso:
Eu te amo...
sábado, fevereiro 14
Poema em capítulos ( 3 parte )
(as outras partes desse poema eu postei em dias anteriores. Esta tudo nos arquivos do blog. Postarei as proximas partes em breve.)
VI PARTE
Impressionante o que o medo nos dá:
Ele absorve a água da alma,
A seca sem nos preparar
E rouba, em nós, a vontade de chegar.
Prende a vida;
Amarra o ímpeto;
Rasga a nossa essência;
Mata o nosso espírito...
Nos engana, mostrando as barreiras;
Seduz a mente a pensar
Que somos tão fracos
Que nem podemos tentar.
Diz que não é bom arriscar;
Mostra na covardia
A filosofia de bem estar.
(Nos atrofia!)
O pior é ainda,
Dizer que precisamos parar
E desencorajar
Os que arriscam e amam na vida.
VIII PARTE
Eis o vilão a atrapalhar nossos amantes,
Que a um parava
E a outra cegava.
(Distantes!)
Mas, eis a vida,
E suas peripécias especiais,
Que, montada por Deus,
Foi feita para nos dar a paz.
Um dia a se esbarrar,
Os dois se viram de melhor lugar:
Nos olhos um do outro
Mostraram-se sem nada negar.
Ela pode melhor o demonstrar,
O grito de socorro em seu olhar
E as marcas de suas lagrimas
E de suas ignorâncias.
Ele a mostrou, primeiro, melhor:
Sua timidez e limitações psicológicas;
Seu afeto e ingênua beleza;
Sua quietude e valor.
Motivação! Palavra chave da paixão:
É quando surge o interesse
Pelos mistérios do coração
E o amor, pelas diferenças entre eles.
IX PARTE
Ele quis morrer ao pensar,
Depois em seu quarto,
Em tudo o que ela podia ter visto em seu olhar:
Ficou pensando, então, em algum ato.
Ela não pode não pensar.
Se viu numa hora cansada de lembrar.
Brigou com sigo por tamanha perda de tempo,
Em por um menino se perturbar.
Ele a amou mais!
Descobriu coisas novas,
Algumas que ainda não tinha imaginado.
Criou novas histórias, de amor com ela, em seu quarto.
Ela lembrava de seu olhar
E vinha em seu coração uma novidade clara
Limpa por sua consciência
Do impulso no coração por namorar.
Na aula do outro dia,
A obra do destino
Do universo feminino...
Maquiagem, havia, em seu olhar!
VI PARTE
Impressionante o que o medo nos dá:
Ele absorve a água da alma,
A seca sem nos preparar
E rouba, em nós, a vontade de chegar.
Prende a vida;
Amarra o ímpeto;
Rasga a nossa essência;
Mata o nosso espírito...
Nos engana, mostrando as barreiras;
Seduz a mente a pensar
Que somos tão fracos
Que nem podemos tentar.
Diz que não é bom arriscar;
Mostra na covardia
A filosofia de bem estar.
(Nos atrofia!)
O pior é ainda,
Dizer que precisamos parar
E desencorajar
Os que arriscam e amam na vida.
VIII PARTE
Eis o vilão a atrapalhar nossos amantes,
Que a um parava
E a outra cegava.
(Distantes!)
Mas, eis a vida,
E suas peripécias especiais,
Que, montada por Deus,
Foi feita para nos dar a paz.
Um dia a se esbarrar,
Os dois se viram de melhor lugar:
Nos olhos um do outro
Mostraram-se sem nada negar.
Ela pode melhor o demonstrar,
O grito de socorro em seu olhar
E as marcas de suas lagrimas
E de suas ignorâncias.
Ele a mostrou, primeiro, melhor:
Sua timidez e limitações psicológicas;
Seu afeto e ingênua beleza;
Sua quietude e valor.
Motivação! Palavra chave da paixão:
É quando surge o interesse
Pelos mistérios do coração
E o amor, pelas diferenças entre eles.
IX PARTE
Ele quis morrer ao pensar,
Depois em seu quarto,
Em tudo o que ela podia ter visto em seu olhar:
Ficou pensando, então, em algum ato.
Ela não pode não pensar.
Se viu numa hora cansada de lembrar.
Brigou com sigo por tamanha perda de tempo,
Em por um menino se perturbar.
Ele a amou mais!
Descobriu coisas novas,
Algumas que ainda não tinha imaginado.
Criou novas histórias, de amor com ela, em seu quarto.
Ela lembrava de seu olhar
E vinha em seu coração uma novidade clara
Limpa por sua consciência
Do impulso no coração por namorar.
Na aula do outro dia,
A obra do destino
Do universo feminino...
Maquiagem, havia, em seu olhar!
sexta-feira, fevereiro 13
A ida longe
Ouro e morte, sonhos e queda.
Divirta-se enquanto pode,
È melhor que sair da miséria,
Escolhida por teus dedos, elos.
O mais, satisfaz, logo que embebeda
E prevalece, sobre a dois.
Estranho, lindo, cínico, sujo.
O amor deve ser sincero.
Se eu quiser ir não alcançarei
E se quiser ficar, não ficarei.
É demais pra mim.
E só assim eu tenho o céu,
E só assim eu vou pra lá.
Só assim. Volte logo!
Divirta-se enquanto pode,
È melhor que sair da miséria,
Escolhida por teus dedos, elos.
O mais, satisfaz, logo que embebeda
E prevalece, sobre a dois.
Estranho, lindo, cínico, sujo.
O amor deve ser sincero.
Se eu quiser ir não alcançarei
E se quiser ficar, não ficarei.
É demais pra mim.
E só assim eu tenho o céu,
E só assim eu vou pra lá.
Só assim. Volte logo!
terça-feira, fevereiro 10
Palavras Escuras
O tempo chegou
Em que tudo se completa
Ao mesmo tempo em que a dor
Ao meu lado se apega
E distrai o meu viver
Penso até em ceder
Esvainecer e chorar
Gemer e gritar
Acho que penso em tudo
Que sei que não fiz
Do certo ou do errado
De todo modo infeliz
Te vejo e escrevo
Coisas tristes
Sem medo
Saindo
Das palavras que escrevo
Elas levam o segredo
Do abismo profundo
Que escondem
_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
A triste tristeza de estado
Que me levaria a serio se viesse a morrer ao meu lado
Uma pessoa qualquer estar
Que um dia aprendeu a amar
E se nos passaria um vento alado
De certo modo a reviver o passado
Do meu gosto por pensar e sonhar
Que certo dia não ouse em voltar
_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
Deixo de falar do medo
Pra desvendá-las então
Obrigado por atenção
E adeus
Em que tudo se completa
Ao mesmo tempo em que a dor
Ao meu lado se apega
E distrai o meu viver
Penso até em ceder
Esvainecer e chorar
Gemer e gritar
Acho que penso em tudo
Que sei que não fiz
Do certo ou do errado
De todo modo infeliz
Te vejo e escrevo
Coisas tristes
Sem medo
Saindo
Das palavras que escrevo
Elas levam o segredo
Do abismo profundo
Que escondem
_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
A triste tristeza de estado
Que me levaria a serio se viesse a morrer ao meu lado
Uma pessoa qualquer estar
Que um dia aprendeu a amar
E se nos passaria um vento alado
De certo modo a reviver o passado
Do meu gosto por pensar e sonhar
Que certo dia não ouse em voltar
_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
Deixo de falar do medo
Pra desvendá-las então
Obrigado por atenção
E adeus
domingo, fevereiro 8
Corações Humanos Ingênuos
Há, num semblante amanhecido,
Milhares de pessoas com o coração vivido,
Cheias de capacidade de amar,
Geralmente, "mortas"... sem tentar.
Não encontram o que vieram no mundo buscar.
Nessa fuga alucinante que deve ser a vida,
Vivem o contrário: indo de encontro dela
E se sujando, e afundando em seu seio.
Milhares de pessoas vivem
Um escombroso viver,
E tendo de suportar o peso...
Que é dos erros,
Por vezes frutuosos,
Mas só para quem tem sabedoria.
Pra quem só sabe a ingenuidade,
Uma ora eles cobram o preço
Do luxo bizarro que foi adereço,
E é a morte!
Milhares de pessoas com o coração vivido,
Cheias de capacidade de amar,
Geralmente, "mortas"... sem tentar.
Não encontram o que vieram no mundo buscar.
Nessa fuga alucinante que deve ser a vida,
Vivem o contrário: indo de encontro dela
E se sujando, e afundando em seu seio.
Milhares de pessoas vivem
Um escombroso viver,
E tendo de suportar o peso...
Que é dos erros,
Por vezes frutuosos,
Mas só para quem tem sabedoria.
Pra quem só sabe a ingenuidade,
Uma ora eles cobram o preço
Do luxo bizarro que foi adereço,
E é a morte!
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