segunda-feira, agosto 23

Deus, nos perdoe!

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O psicológico intrínseco de religiosidade que existe no ser de todos, o qual a realidade de hoje nos dá, é muitíssimo pobre. Quão pouco conseguimos ter a noção da grandessíssima essência de Deus. Os judeus tratavam a Deus com muitas características humanas: um Deus-humano. Nós somos piores: tratamos Deus como um Deus pobre em essência: deus. É preciso que o nome de Deus seja santificado!
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